O ano de 2026 trará mudanças profundas no comportamento do consumidor, marcando o fim da “romantização do consumo”. De acordo com um estudo da WGSN, a tendência é que a busca por produtos e hábitos mais saudáveis substitua o consumo excessivo e impulsivo, característico da “cultura do mimo”.
Esse movimento é impulsionado principalmente pela Geração Z e pelos Millennials, que, em tempos de globalização e hiperconectividade, começam a questionar as compras emocionais e impulsivas que antes definiam seu comportamento de consumo.
Nos próximos anos, espera-se que os consumidores passem a celebrar pequenas conquistas e busquem conforto em produtos e práticas mais saudáveis, refletindo uma mudança de mentalidade que exigirá que as marcas se adaptem a essa nova realidade. A economia da experiência se destacará como uma grande oportunidade, podendo representar até 40% da receita dos varejistas em 2027.
Essa tendência indica que os consumidores priorizarão entretenimento e diversão em vez de objetos físicos, mesmo diante de um alto custo de vida.No Brasil, 52% dos consumidores planejam gastar menos em bens materiais e mais em experiências.
Nos Estados Unidos, 63% da Geração Z e dos Millennials preferem investir em experiências ao invés de poupar para a aposentadoria. Diante dessa transformação, as marcas precisam se adaptar, oferecendo experiências que se alinhem à identidade, comunidade e interesses de seu público. Exemplos dessa adaptação já podem ser vistos em restaurantes que transformam refeições presenciais em eventos sensoriais únicos, elevando o padrão de experiência oferecida