A Black Friday 2025 deve ultrapassar R$ 9 bilhões em vendas e consolidar novas exigências do consumidor: influência, tecnologia, conveniência e relacionamento contínuo.
A Black Friday está mudando — e rápido.
Em 2025, o evento deve superar R$ 9 bilhões em vendas online, segundo a Neotrust Confi. Mas o número é apenas parte da história.
O que realmente transforma o jogo é o comportamento do consumidor.
Ele está mais exigente, informado e criterioso — e quer experiências, não apenas descontos.
O que esperar da Black Friday 2025?
O faturamento deve crescer novamente neste ano.
Em 2024, o e-commerce brasileiro registrou R$ 9,3 bilhões durante o evento.
Agora, a expectativa é de ainda mais expansão, impulsionada por tecnologia, novos meios de pagamento e influência digital.
Porém, o consumo não se concentra mais em um único dia.
A jornada se espalha antes, durante e depois da sexta-feira, exigindo planejamento e relacionamento contínuo.
Como os influenciadores estão redefinindo o consumo?
Os influenciadores digitais se tornaram o principal elo entre marcas e consumidores.
De acordo com a EY-Parthenon, 61% dos brasileiros afirmam comprar com base nas recomendações desses criadores.
Na Black Friday, esse efeito se intensifica:
- 59% dos consumidores lembram de campanhas com influenciadores em anos anteriores.
- 56% já compraram algo por causa dessas ações.
A credibilidade de um creator vale mais que um anúncio genérico.
Marcas que constroem narrativas com pessoas reais geram confiança, lembrança e conversão.
Como os meios de pagamento estão evoluindo?
O comportamento de pagamento mudou — e rápido.
O cartão de crédito ainda lidera, com 57,26% das transações em 2024. Mas o Pix já representa 41,85% dos pedidos, segundo a Yampi.
A Febraban registrou 63,8 bilhões de operações via Pix em 2024, superando todas as outras formas somadas.
A mensagem é clara: velocidade e praticidade decidem a conversão.
Oferecer checkout simples e instantâneo é hoje um diferencial competitivo.
Quem reduz atrito, vende mais e fideliza melhor.
Qual o papel da tecnologia nesta nova Black Friday?
A tecnologia se tornou a espinha dorsal das operações.
Empresas competitivas usam soluções como:
- Recuperação de carrinhos abandonados;
- Rastreamento via aplicativos;
- Comissionamento flexível;
- IA em anúncios e atendimento.
Essas ferramentas garantem eficiência e personalização em escala, mesmo em períodos de alta demanda. A inteligência artificial é, agora, o motor de performance e experiência.
Como o conteúdo e os dados impulsionam as vendas?
A estratégia não termina no desconto.
Começa com conteúdo — e termina com relacionamento.
Listas de dicas, comparativos e respostas às dúvidas mais buscadas preparam o consumidor antes da Black Friday.
E a integração entre CRM e APIs de conversão amplia o impacto:
- Reduz a dependência de mídia paga;
- Permite capturar dados primários;
- Facilita o uso de Lead Ads e contato direto via WhatsApp.
Essas ações geram aprendizado contínuo e mantêm o cliente por perto mesmo após a compra.
Quais são as lições estratégicas para as marcas?
A Black Friday 2025 deixa três lições principais:
- Influência é ativo de marca. Credibilidade e conexão vendem mais do que descontos.
- Pagamentos ágeis são vitais. O consumidor não espera — ele clica ou desiste.
- Tecnologia e dados são diferenciais. Automatizar sem perder humanidade é o desafio.
O mercado está mais maduro, mas também mais competitivo.
Quem dominar o equilíbrio entre confiança, conveniência e personalização vai sair na frente.
Em resumo
A Black Friday 2025 é mais do que uma data promocional — é um reflexo do novo consumo digital. Marcas que combinam influência, tecnologia e experiência fluida criam valor além do preço.
No fim, o diferencial não está apenas no desconto, mas em como cada interação reforça confiança e proximidade.
A próxima Black Friday será vencida por quem entender isso primeiro.